1 de janeiro de 9090

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Sítio eletrônico dedicado à difusão de pesquisas, artigos e livros que tenham como tema os jogos de RPG (role playing game), também chamados de JDR (jogo de representação). Alerto que não são os jogos eletrônicos, mas estes também constarão em breve do acervo deste sítio eletrônico.

Tem como objetivo também de servir como apoio e ponto de encontro e debates entre pesquisadores, jogadores, professores e interessados de maneira geral.

Prof. Gilson Rocha de Oliveira
www.lattes.cnpq.br/5164507855042435

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Para uma bibliografia periodicamente atualizada, confira esta página:
http://rpgsimples.blogspot.com/2010/07/bibliografia-rpg-e-educacao.html

AVISO: Todas as pesquisas localizadas individualmente aqui, e
aqui todas de uma vez. Mais atualizadas que as postagens
nesta página-blogue. Em junho 2017.

Sítio eletrônico da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior: 
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Banco de teses da CAPES: http://bancodeteses.capes.gov.br/

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Ou tente por aqui: http://capesdw.capes.gov.br/capesdw/

E aqui alguns jogos de RPG para iniciantes:
www.RPGsimples.blogspot.com



Belém, Pará, 08 de novembro de 2013

Prof. Gilson Rocha de Oliveira
gilsonrocha13 (arroba) gmail com

10 de fevereiro de 2014

Mestrado RPG - Quando os dados (não) rolam: jogo, teatralidade e performatividade na interação entre o ROLEPLYAING GAME e o Process Drama


Título:  Quando os dados (não) rolam: jogo, teatralidade e performatividade na interação entre o ROLEPLYAING GAME e o Process Drama.

Autor: André Sarturi

Resumo:
[editando]

Palavras-Chave: [editando]

SARTURI, André. Quando os dados (não) rolam: jogo, teatralidade e performatividade na interação entre o ROLEPLYAING GAME e o Process Drama. UESC: 2012. (mestrado)

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Informação adicional:  nenhuma.

Sítio eletrônico da pesquisa na instituição: www.ceart.udesc.br/ppgt/dissertacoes/2012/andre_sarturi.pdf‎

Artigo RPG - Jogo, Teatralidade e Performatividade no Roleplaying Game


Título
: Jogo, Teatralidade e Performatividade no Roleplaying Game

Autor/a/s: André Sarturi

Resumo:
O artigo procura evidenciar os elementos próprios de construção narrativa e
interatividade do jogo RPG¹, em especial na modalidade Live Action, buscando evidenciar
seus elementos de teatralidade e performatividade, bem como, os aspectos de jogo tal qual
entendido no campo das Artes Cênicas. O texto também observa os elementos semelhantes
entre práticas teatrais existentes no campo da pedagogia do teatro, dos jogos teatrais e do
método de drama, apontando semelhanças entre essas técnicas e o Roleplaying Game.

Palavras-Chave: Jogo; Teatralidade; performatividade; Roleplaying Game.

SARTURI, André. Jogo, Teatralidade e Performatividade no Roleplaying Game. VIº Congresso de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas 2010. Disponivel em < www.portalabrace.org/vicongresso/pedagogia >. Acesso em 08/02/2014.


Verifique primeiramente o sítio eletrônico original, acima. Arquivo disponível neste espaço caso não esteja mais no local original:
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Arquivo em hospedagem externa, no Dropbox:
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¹ RPG é a sigla utilizada para designar Roleplaying Game. Roleplay, neste caso, contempla tanto o ato de interpretar personagens quanto o ato de jogá-los (como no caso de um jogo de tabuleiro). O mesmo se aplica à expressão Player, que pode ser traduzida tanto como “jogador” quanto por “ator”. O Roleplaying game (RPG), é, portanto, comumente traduzido por jogo de Interpretação de personagens.

15 de dezembro de 2013

Mestrado RPG - Fábio Sampaio de Almeida


Título: O que (não) é um RPG: polêmica e produção de sentidos em discursos sobre o role playing game

Autor: Fábio Sampaio de Almeida

Resumo:
 Esta dissertação tem como objetivo caracterizar modos de produção de subjetividade que perpassam o discurso dos jogos de interpretação de papéis, conhecidos pela sigla RPG (Role playing game), constituídos principalmente na polêmica do embate entre diferentes vozes, tendo como foco de análise textos da revista Dragão Brasil, publicação nacional especializada no jogo. Para tal, buscamos identificar, no âmbito desse debate, possíveis vozes que atacam ou defendem o RPG, e sua associação a determinadas formações discursivas (MAINGUENEAU, 1997), instauradas pela polêmica do embate. Seguimos o referencial teórico da Análise do Discurso de base enunciativa e tomamos como preceitos norteadores a noção de polifonia instituída por Bakhtin (2000) e os estudos de Ducrot (1987), em seu esboço de uma teoria polifônica da enunciação, e o primado do interdiscurso (MAINGUENEAU, 2005). A captação dessas vozes se dá por intermédio da operacionalização do conceito de negação polêmica (DUCROT, 1987), entendido como forma marcada de heterogeneidade enunciativa mostrada (AUTHIER-REVUZ, 1998). A negação polêmica nos permite, em nível discursivo, a possibilidade de identificação de duas “vozes” distintas que encenam um embate antagônico de posicionamentos em relação a um dado tema, no caso desta pesquisa, o RPG. Recorremos ainda aos conceitos de gêneros de discurso (BAKHTIN, 2000), cenografia discursiva e ethos (MAINGUENEAU, 2002). Nosso corpus é composto das matérias intituladas “Guerra ao terror!” e “O que é RPG”, publicadas na revista Dragão Brasil, número 78, 79 e 109, respectivamente. A seleção da revista como fonte para o corpus considerou três critérios: a) trata-se da publicação especializada mais antiga sobre RPG e de maior tempo no mercado editorial brasileiro; b) sua circulação é de âmbito nacional; e c) as matérias escolhidas abordam diretamente o tema do jogo, na tentativa de explicá-lo ao leitor. Observando o texto da matéria, percebemos uma grande recorrência de enunciados que apresentam a negação de caráter polêmico. A partir da análise desses enunciados marcados lingüisticamente pelo “não”, identificamos pontos de vista afirmativos subjacentes. O agrupamento desses enunciados tem-nos possibilitado chegar a blocos de crenças sobre o RPG, sustentados por enunciadores que falam em nome de discursos da ordem da religião e da moral. Identificamos vozes que relacionam o RPG a práticas de seitas, procurando estabelecer uma estreita ligação entre o jogo e a religião; outras que incluem o jogo em um grupo de práticas determinadas que influenciariam o praticante do jogo a ter atitudes e comportamentos fora dos padrões preconizados pela sociedade, como a violência.

Palavras-Chave: Análise do discurso. Role playing game. Polêmica. Interdiscurso. Ethos. Cenografia discursiva. Produção de subjetividade.

ALMEIDA, Fabio Sampaio de. O que (não) é um RPG: polêmica e produção de sentidos em discursos sobre o role playing game. UERJ: 2008. (mestrado)

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Sítio eletrônico da pesquisa na instituição: http://www.pgletras.uerj.br/bancoteses_mlg.php

7 de dezembro de 2013

Mestrado RPG - Matheus de Oliveira Sales


Título: Jogos textuais interativos: efeitos dos Role-Playing Games na sala de aula

Autor: Matheus de Oliveira Sales

Resumo:
Esta dissertação apresenta os resultados da aventura de pesquisar como Jogos Textuais Interativos, na modalidade de Role-Playing Games (RPGs – "jogos de interpretação de papéis"), influenciaram a aprendizagem de duas turmas do 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública do município de Paulista, Pernambuco. Reconhecida a complexidade do fenômeno "aprendizagem", recortamo-lo em conceitos mais simples: "motivação para aprender" e "capacidade de assimilação de conteúdo". Argumentamos que jogos podem ser usados efetivamente como ferramenta pedagógica e indicamos, como uma alternativa viável, o RPG adaptado ao contexto de sala de aula, por suas capacidade motivadora e capacidade de simulação. Na literatura o RPG é descrito como facilitador da assimilação de conteúdos e ferramenta de motivação para aprendizagem escolar – mas os resultados empíricos dessa literatura são ainda insipientes. Participaram da pesquisa 55 adolescentes, alunos da supracitada escola, além da professora de História que leciona nas três turmas selecionadas. Na fase de treinamento da professora colaboraram quatro jovens adultos de profissões diversas que já possuíam vasta experiência com jogos de RPG. Os alunos foram divididos entre um Grupo de Referência e dois Grupos de Jogo, de acordo com as diferentes turmas do 2º ano. Todos os grupos foram submetidos antes e após o período da intervenção à "Escala de Avaliação da Motivação para Aprender de Alunos do Ensino Médio" (Marchiore & Alencar, 2009) e a um Teste de Conhecimentos elaborado especificamente para a pesquisa, baseado no conteúdo corrente de suas disciplinas de História. Ao final da intervenção os participantes dos Grupos de Jogo foram entrevistados coletivamente. A análise quantitativa dos dados revelou que as aulas-jogo foram tão eficazes quanto as aulas usuais, pois não foram identificadas diferenças significativas de desempenho no Teste de Conhecimentos entre os alunos participantes da intervenção e os não participantes. Porém, hipotetizamos que uma amostra maior revelaria melhor performance no Teste de Conhecimento entre os participantes da aula-jogo, uma vez que o histograma do Grupo de Referência demonstra ter havido nele muito mais notas zero do que no grupo de participantes da intervenção (09 de 20 contra 06 de 35, respectivamente). Além disso, uma amostra maior poderia revelar que os alunos de nota mais alta no Grupo de Referência seriam outliers. Ademais, não foi identificada diferença significativa entre esses dois grupos para a Escala de Motivação, nem relação significativa entre os resultados da Escala de Motivação e o Teste de Conhecimentos. Também não foi identificada diferença significativa nos três grupos em relação a sua motivação investigada do momento do pré-teste para o pós-teste. Não foram identificadas diferenças significativas entre os participantes da intervenção para a variável "sexo" comparados entre si e com os alunos do Grupo de Referência. Analisados qualitativamente, os dados indicam que os alunos que participaram da aula com RPG tiveram facilitada sua inserção no campo semiótico das questões, na forma de aprendizagem horizontal (Gee, 2012). Do mesmo modo, os dados apontam para a facilitação da assimilação de conteúdos dentro do contexto de jogo quando estes são componentes de um desafio a ser superado.

Palavras-Chave: Jogos Textuais Interativos, Escola, Role-Playing Games, Aprendizagem, Motivação.

SALES, Matheus de Oliveira. Jogos textuais interativos: efeitos dos Role-Playing Games na sala de aula. UFPE: 2013. (mestrado)

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Sítio eletrônico da pesquisa na instituição: aguardando.

Livro - RPG & arte

MOTA, Sonia Rodrigues (coord.). RPG & arte. Rio de Janeiro: Banco do Brasil, Superitendência Rio: CCBB, 1996.

25 de novembro de 2013

Artigo em livro - RPG: o resgate da história e do narrador


Título
: RPG: o resgate da história e do narrador

Autor/a/s: Kazuko Kojima Higuchi

Resumo:
[indisponível]

Palavras-Chave: [indisponíveis]

HIGUCHI, Kazuko Kojima. RPG: o resgate da história e do narrador. In: CITELLI, Adilson (coord.). Outras linguagens na escola. São Paulo, Cortez, 2000 (Col. Aprender e Ensinar com Textos), p. 175-211.
+ adicional/livro: esta editora tem bastante prestígio em publicações científicas

Disponível apenas em livro físico.

Resenha RPG - RPG Desafios: treino de habilidades para prevenção e tratamento do uso de drogas na adolescência


Obra resenhada
: RPG Desafios: treino de habilidades para prevenção e tratamento do uso de drogas na adolescência

Autor/a/s: Maria Isabel Timm

Resumo:
[indisponível]

Palavras-Chave: [indisponíveis]

TIMM, Maria Isabel. RPG Desafios: treino de habilidades para prevenção e tratamento do uso de drogas na adolescência. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul, 2009, vol.31, no.1, p.83-84. ISSN 0101-8108. < http://ref.scielo.org/jpcf5s > Acesso em 26/08/2013.

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